Nas assistências de Telles o FC Porto encontrou o caminho para a vitória

Jogo bastante disputado no Dragão entre FC Porto e SC Braga com os dragões a revelaram-se mais eficazes na hora de acertar com a baliza adversária. Alex Telles esteve em destaque ao fazer as assistências para todos os golos da sua equipa. Brahimi foi um autêntico quebra-cabeças para o estreante Diogo Figueiras. O SC Braga esteve melhor no segundo tempo e nunca desistiu de visar a baliza de José Sá. Pecou na definição do último passe e viu José Sá fazer um excelente defesa e impedir Paulinho de empatar novamente o jogo.

O FC Porto entrou mais pressionante e foi com alguma naturalidade que chegou à vantagem. Sérgio Oliveira, aos 14´, apareceu na área para finalizar de cabeça, surpreendendo a defesa minhota. O Braga reagiu e Paulinho teve uma boa oportunidade para marcar após livre de Jefferson. O empate surgiu aos 31´, com Raul Silva a fugir bem à marcação num pontapé de canto e a desviar para o fundo das redes. Resposta imediata da equipa de Sérgio Conceição. Diego Reyes, também na sequência de um canto, voltou a colocar o Porto em vantagem.

No segundo tempo o Braga melhorou e ´pegou´ no jogo, com o médio Danilo em bom plano, especialmente pela capacidade de transporte de bola nas transições ofensivas. No entanto, faltou sempre capacidade para definir melhor na zona de finalização. Paulinho teve a grande oportunidade para empatar mas José Sá disse presente. Um pouco contra a corrente do jogo o Porto aumentou a vantagem, num lance com enorme mérito para Brahimi, que nunca desistiu do lance. Aboubakar finalizou. O jogo ficou praticamente sentenciado mas nem por isso o Braga baixou os braços. Danilo, com um remate forte, viu José Sá negar-lhe o golo. Ainda houve tempo para Gonçalo Paciência entrar.

Resultado justo num jogo em que o FC Porto, que estava com dificuldades ao nível da criação de oportunidades de golo, conseguiu ser efectivo no ataque à baliza de Matheus. Com Brahimi a jogar a este nível tudo se torna mais fácil. Sérgio Oliveira e Herrera deram boa conta do recado a meio-campo. José Sá foi decisivo no lance em que impede Paulinho de fazer o 2-2. O Braga entrou demasiado na expectativa e sofreu as consequências dessa falta de arrojo. No segundo tempo esteve melhor, subiu no terreno mas sentiu-se alguma falta de capacidade para incomodar no último terço. Danilo esteve em muito bom plano e André Horta entrou bem no jogo, coincidindo com a melhor fase do Braga no jogo. Talvez Fábio Martins pudesse acrescentar a criatividade na frente que Wilson Eduardo e Ricardo Horta nunca conseguiram dar…

 

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